terça-feira, 19 de abril de 2011

Ética e Responsabilidade Social

Hoje em dia, muitos executivos tem-se discutido com muita freqüência, sobre a responsabilidade social das empresas, perante todos os stankeholds, ou seja, sociedade, funcionários, acionistas e clientes.A preocupação com os princípios éticos,valores morais e um concerto abrangente de cultura é necessária para que estabeleçam critérios e parâmetros adequados para atividades empresariais socialmente responsáveis.
        Tem-se discutido com muita freqüência sobre ética,valores morais e culturas.Mas falta explicitá-los de forma mais sistemática que por um lado muitas organizações tentam estabelecer padrões de éticas e responsabilidade sociais em suas atividades e formas de gestão e por outro lado tem-se demonstrado o interesse por meio de acadêmicos,buscando explicitar de que forma a ética e a responsabilidade social deveriam se implantadas dentro das organizações.
           Hoje em dia as organizações precisam ser atenciosas não só as suas responsabilidades econômicas e legais. Mas também em suas responsabilidades éticas, morais e sociais.
Valores morais dizem respeito a crenças pessoais sobre o comportamento eticamente correta ou incorreto, quanto em parte do próprio individuo quanto em relações aos outros. A moral pode ser vista como um conjunto de valores e regras de comportamento que as coletividades sejam elas nações ou grupos sociais ou até mesmo organizações que julgarem corretos e desejáveis.
            A ética é mais sistematizada e corresponde a uma teoria ação rigidamente estabelecida. A moral em contrapartida é concebida rigidamente podendo variar de individuo para individuo e corresponde a uma teoria de ação rigidamente estabelecida. A moral em contrapartida menos rigidamente, podendo variar de acordo com cada país.
Podemos afirmar que um dos efeitos da economia global é a adoção por todo o mundo de padrões éticos e morais mais rigorosos,seja pelas necessidades das próprias organizações de manter uma boa imagem perante o publico,seja pela demanda direta do publico para que todas as organizações atuem de acordo com tais padrões.valores éticas e morais sempre influenciarem as atitudes das empresas,mas estão cada vez mais homogêneos e rigorosos.

GOOGLE, Ética e responsabilidade social. <http://www.administradores.com.br/informe-se/artigos/etica-e-responsabilidade-social-nas-empresas/31235/>. Acesso em: abr 20.

Michelle Silva

O Valor do Gerente

Após a Revolução Industrial as organizações tiveram a necessidade de uma maior organização e controle, com isso entrou o papel do gerente dentro da empresa; ele é responsável por controlar e e determinar os caminhos a serem seguidos.  
A função do gerente é sempre muito discutida e segundo Mintzberg, ele desempenha os seguintes papéis:
  • interpessoal: envolve suas relações dentro e fora de uma organização;
  • informacional: o gerente é colocado como centro da rede de informações;
  • decisório: discução e decisão sobre os caminhos de uma empresa.
O gerente possui também certas limitações necessárias ao seu trabalho, são elas:
  • limites dos hábitos e reflexos;
  • limites de valores e conceitos de finalidade;
  • limites do nível de conhecimento da pessoa com relação ao seu trabalho.
 

Nayara.

As organizações e seu Ambiente

Organização: Duas ou mais pessoas com desejo e disposição de cooperar para o alcance de um objetivo comum.

Michelle Silva

As Organizações como Sistemas Abertos

Sistemas abertos tomam entradas do ambiente (saídas de outros sistemas) e, por meio de uma série de atividades, transformam ou convertem essas entradas em saídas (entradas em outros sistemas) para alcançar algum objetivo, como mostrado na figura 1 abaixo. O feedback sobre o desempenho do sistema e os efeitos das operações sobre o ambiente, são medidos em termos de consecução dos objetivos e intenções.



Figura 1

SILVA, Reynaldo O. da. Teorias da Administração: Organizações como sistemas abertos. 1. ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. 523. 

GOOGLE. Organizações como sistemas abertos: Imagens. Disponível em: <http://www.google.com.br/search?hl=pt-BR&biw=800&bih=396&q=organiza%C3%A7%C3%B5es%20como%20sistemas%20abertos&um=1&ie=UTF-8&tbm=isch&source=og&sa=N&tab=wi>. Acesso em: 19 abr. 2011.
 
Michelle Silva

Desafios Organizacionais

  •  Administração das organizações em um ambiente global: é suficiente ter visão de mundo.
  • Projeto e estruturação (ou reestruturação) das atividades organizacionais: as organizações estão mudando o modo pelo qual estão organizadas, diminuindo o número de diretores, gerentes, etc. além de tornarem o pessoal de produção eficiente e eficaz.
  • Melhoria da qualidade, da competitividade e o powerment (empoderamento): poucos assuntos receberam mais atenção dos meios impressos nos anos recentes, do que o movimento de gerenciamento da qualidade total.
  • Aumento da complexidade e velocidade de reação às mudanças ambientais: não somente o mundo está mudando, as mudanças estão ocorrendo com velocidade muito maior a cada dia.
  • Administração ética e moral das organizações: devem ser conscientes nas organizações o comportamento ético e objetivos tradicionais de negócios.
SILVA, Reynaldo O.da. Teorias da Administração: Organizações - Conceitos e Desafios. 1.ed. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2004. 523.

Michelle Silva

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Sua empresa é precavida?

Ter um administrador multifunção que domine todas as atividades burocráticas não é luxo, é necessidade. Saiba por quê.

Atingir as metas de vendas ou executar um bom planejamento de marketing são alguns dos inúmeros objetivos das empresas. Entretanto, nada disso é possível se não houver uma administração eficiente por trás, que monitore todas as atividades burocráticas rigorosamente. Atentas a essa necessidade, as empresas estão cada vez mais apostando no administrador multifunção, que domina fluxo de caixa, controle de custos e despesas e, ao mesmo tempo, consegue construir um planejamento orçamentário a partir dos dados fornecidos pela contabilidade.
Para o especialista Braulino José dos Santos, professor da Contmatic Phoenix (www.contmatic.com.br), desenvolvedora de softwares contábeis, garantir a sobrevivência de uma pequena ou média empresa não é tarefa fácil, já que a competitividade das PMEs está cada vez mais acirrada, o que exige uma maior administração nos processos internos. "As pequenas e médias empresas precisam de gestores conhecedores do 'tripé' - Contabilidade, Custos e Finanças. De acordo com a Lei nº 10.406/2002 (Código Civil) e seus artigos, todas as empresas deverão ter a contabilidade formal; dispensada somente para os enquadrados como empreendedores individuais - regidos pela Lei complementar 128/2008."
Segundo o professor, independentemente do segmento, o empresário só conhecerá o valor de mercado (custo) de algum produto ou serviço se tiver conhecimentos em contabilidade, pois esta também servirá para aumentar o grau de controles por meio de um eficiente plano de contas. "Entender os números gerados pela contabilidade e elaborar um bom planejamento financeiro é fundamental para traçar estratégias a curtíssimo, curto, médio e longo prazo, com projeções de investimentos e financiamentos. As PMEs precisam mudar a forma de utilizar a contabilidade. O setor contábil é estratégico. Se bem estruturado, é capaz de melhorar o desempenho das áreas administrativa, financeira e tributária", complementa ele.
O diretor da Rede Nacional de Contabilidade, Marcos Apóstolo, concorda que o planejamento financeiro dentro de uma empresa seja essencial, pois, segundo ele, os recursos bem dimensionados é que darão sustentação aos negócios. "Outro dia, li um artigo de 1987 que explicava de que maneira as empresas 'quebram'. Se escrevermos outro artigo hoje, não tenho dúvida de que seria pelo mesmo motivo. Falta de capital e descontrole financeiro, com certeza, seriam citados nesse artigo."

Profissional polivalente

Entretanto, para obter o administrador multifunção, é preciso saber identificá- lo. Para Apóstolo, primeiramente, a empresa tem que analisar o currículo e se certificar se este está compatível com as suas necessidades administrativas. "Ele deve ter conhecimento em contabilidade, administração, economia, tributário, ser determinado, focado em custos, ter visão sistêmica, ser equilibrado emocionalmente e extremamente atualizado na parte tecnológica. Ou seja, tem que ser um profissional polivalente, o que é muito difícil de encontrar no mercado", reforça. Após a contratação, é imprescindível expor ao profissional a estrutura da empresa, suas normas, seus procedimentos internos e todas as informações que irão lhe dizer respeito.
Para Braulino José dos Santos, é essencial que o profissional tenha uma sólida formação acadêmica somada a experiências em mais de uma empresa, atuando em vários departamentos e atualizado com certificados de cursos de curta duração dos diversos assuntos, como: contabilidade, custos, finanças, matemática financeira, planejamento, orçamento, formação de preço, tributos e outros. "É importante levar em conta os cursos de educação continuada, pois defendo que muitos destes são bastante focados e certamente contribuirão para este profissional se manter atualizado e acompanhar a dinâmica das empresas sobre todos os aspectos. Dominar alguns itens básicos serve para qualquer outra função administrativa nas empresas, bem como conhecer os conceitos de contabilidade, custos e finanças. Isso contribuirá para o sucesso profissional e, consequentemente, o sucesso da empresa", finaliza. 

Fonte: http://www.revistagestaoenegocios.com.br/gestao-motivacao/23/financas-administracaosua-empresa-e-precavida-178782-1.asp  

Nayara.